Cartas a Ofélia

Cartas a Ofélia
Cartas a Ofélia

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Em Brasília

Sofá da casa da Vancllea em Brasília. Lina brincando, Elaine e Vancllea discutindo suas pesquisas. De repente, um surto de idéias e a necessidade de fazer algo acontecer!  Nasce então a idéia da intervenção urbana, envolvendo não só três Ofélias, mas várias
Entre os prédios antigos e modernos do centro de São Paulo em  meio a multidão de pessoas socialmente vestidas, cerca de 50 Ofélias se encontram para modificar algo no espaço, nas relações e no dia de quem por ali as encontrar.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Quando danças, queria que fosses como a onda do mar, para que nunca fizesse outra coisa.
Shakespeare

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Diversão

Hoje a palavra diversão prevaleceu em nosso ensaio!!  Fizemos uma chuva de cartas, rodopiamos, patinamos. brincamos, enlouquecemos, criamos, dançamos e o mais importante!! FILMAMOS TUDO!!!!!!!!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Espetáculo Nascendo

Mais um dia de ensaio!
Como a Van(cllea) pediu, fizemos diretinho nossas tarefas! A instalação foi deliciosa!! Sentimos a necessidade de apresenta-la!
Piramos nas cenas das cartas e idéias novas surgiram! Essa cena pode ficar incrível!
Também trabalhamos a cena dos pontinhos e ficamos tristes por não ter filmado, mas o matérial recolhido está gravado em nossas memórias e nossos corpos!
Senti que saímos do ensaio de ontem mais confiantes de que conseguiremos fazer O Espetáculo que tanto queremos e da forma com que sonhamos!
Acordei inspirada e escrevi mais cartas!
Já estou anciosa para o nosso próximo encontro!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Idéias Florecendo

Após a crise dos últimos ensaios, decidimos mudar os planos.
A Van, mandou um e-mail falando que não poderia acompanhar nosso ensaio e sentadas no sofá da sala aqui em casa a coversa sobre a personagem Ofélia foi se desenvolvendo. Enfim, ligamos o computador da mesa da sala e idéias e mais idéias foram florecendo.
A peça que assistimos ontem "Música para cortar os pulsos" do Victor Mendes namorado da Van(essa), também contribuiu para nossa vontade de fazer as coisas acontecerem.
Nossas mentes se cruzavam, as idéias se complementavam e fichas caiam.  Percebemos que estamos totalmente conectadas e quando o assunto é a donzela de Hamlet, nos transformamos em uma só pessoa. Ofélia!
Ao final do nosso ensaio, juntas, começamos a ler: O Retrato da Tragédia Feminina Nas Recriações da Ofélia Shakesperiana do livro Olhares sobre Textos e Encenações e nele encontramos informações que com certeza enrriquecerão nosso espetáculo.
Van(cllea), te encaminhamos um e-mail que diz muito sobre hoje!! Leia com carinho!!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

começo... recomeço... não percam os próximos capítulos!

 Sala da casa da Dani, estamos sem a Vancllea, mas temos tarefas a cumprir...

 Sala da casa da Elaine... ainda estamos sem a Van... mas desta vez as coisas começam a reaparecer!

 Cabelos, vozes, idéias para o espetáculo... vamos começar.. e gravar tudo. A cena que tanto gostávamos, a das cartas, criada há muito tempo, foi resgatada... que gostosa de fazer, e que gostosa de ver... como tínhamos deixado ela para trás????? Por que???? Não sei... só sei que tudo tem o seu porquê. É, mas talvez ainda não seja a hora certa para entendê-lo, assim como não dá pra explicar o porquê de agora sermos três.

 Tanta coisa acontece na vida... e as Ofélias tem vida... ainda tem muito o que acontecer...

 Nada como um tango, para dar mais emoção.

 Van, espero que você goste!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

processo de crescimento

Muitas coisas já se passaram desde que o projeto começou! Tive uma intuição quando começamos o projeto de que iria me ajudar como mulher. De fato, todo esse processo me faz crescer e me redescubro cada dia mais como mulher! Aceito melhor o feminino e gosto dele! É um processo de criação livre, intuitiva, doce como as mulheres, como a Ofélia!

Daniela

terça-feira, 27 de julho de 2010

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Caminhos

Creio que encontrei um caminho que pode ser interessante para nossa instalação... Talvez o passo que faltava... Corpo e texto... Viewpoints Tempo sempre conosco... Precisamos mergulhar mais em cada vírgula...

terça-feira, 13 de julho de 2010

E sobre o dia 13...

Chuva... Muita chuva sendo vista pela janela, pela porta, por todo aquele vidro que cerca a gente. Adoro dias assim. E adorei estar com as Ofélias hoje. O corpo pode cansar (e como cansa!!!), as dúvidas podem aparecer a qualquer momento (...e quantas dúvidas), a vontade de ir mais além.. Nem se fala... Fiz certo? Fiz errado? "Não pensem no que vocês não podem fazer. Pensem em TUDO o que vocês PODEM fazer. Não está certo, não está errado. Façam.". Eu estou com muita vontade de fazer cada fez mais! De experimentar cada vez mais, de arriscar, de copiar, de imitar, de rir, de chorar, de concordar, de duvidar, de descobrir. Sabia que meus ombros são muito "duros" quando eu ando? Eu mal mecho meus braços! Sabia que a Dani rebola? Sabia que a Van(essa) tem o andar leve? E que falta que fez a Elaine!!!

No caminho de volta pra casa (e esse momento demorou muuuito pra chegar hoje), eu estava na chuva. Mais uma vez: chuva. E quanta chuva! Dessa vez sendo vista de outra janela... Mas com as lembranças da janela da sala de ensaio.

Foi um bom dia. Não vejo à hora de ter mais Ofélias.

Mais do que interpretes - criadoras, elas são minhas amigas. Obrigada!
E claro, obrigada a Lina também, por sempre rir da nossa cara!

domingo, 11 de julho de 2010

...

   A crise acontece após um período estagnado, sem ultrapassar os limites para a descoberta de novas formas. Ou então quando tudo em que se acreditava, começa a desabar. No nosso caso, talvez um pouquinho das duas coisas, mas toda crise tem sua função, o seu porquê, ela indica que algo precisa mudar, algo precisa realmente ACONTECER.
   Parque com vestidos pretos? Estação da luz com roupas do cotidiano? Nada mais cotidiano do que calça jeans, camiseta, tênis e cabelos presos... nada menos cotidiano do que quatro meninas/ mulheres deitadas no chão da estação, ou caminhando ao som de um piano disponível a qualquer interessado a praticar. Lindo! Uma experiência única.

   Sim, a nossa instalação precisa ser mais urbana, precisamos das pessoas que atravessam (ou não!) o nosso caminho. Mas e então, crise solucionada? Não. "Vocês estão se perdendo... não estão presentes, e de que adianta o movimento pelo movimento?" Nova crise? Talvez... mas que ela seja positiva, nos faça voltar ao Shakespeare... voltemos ao Hamlet, voltemos à Ofélia...

   Quem é Ofélia??????

Ofélias na Estação da Luz, São Paulo - SP

terça-feira, 6 de julho de 2010

Loucuras de uma atriz em crise!

Palavras, palavras, palavras....Pra que tantas palavras se elas não significam NADA! A verdade não está nelas! A verdade está no corpo e na história que ele está contando! 


O que eu digo é qualquer coisa menos o que eu digo!


O que eu escrevo talvéz diga algo sobre mim, mas não TUDO.


Nunca soube expressar meus sentimentos com palvras faladas! Por isso as escrevia!


Derrepende percebo: O caminho está certo mas é muito mais longo do que imaginava.


Como nós atrizes somos frágeis e o mundo duro!! Como Ofélia é profunda e o quanto temos ainda que aprender sobre e com ela.


Será que temos medo de enfrentar o mundo e a realidade? Será que foi por esse medo que Ofélia morreu? Medo da Liberdade? Um mundo sem ninguém falando a ela o que fazer? Sem nenhuma dependencia? Até onde dependemos uns dos outros?


Até onde as Ofélias são dependentes umas das outras? 


Eu duvido da Ofélia, duvido do Hamlet, duvido dos meus mestres, professores e diretores! E principalmente duvido de mim mesma!


Talvéz eu tenha medo das coisas darem certo! Talvéz essa seja uma barreira que coloco na minha vida sem perceber. Não quero ter esse medo! Quero dividir minhas conquinstas e não minhas decepções!


Oféliaaaaaaa!! Ofé lia a. Oƒélia....Cadê você?

Citando Stodelle

Entre os noventa graus de distância entre o corpo em equilíbrio de pé e o seu total abandono ao chão existe uma imensa variedade de ação tanto emocional quanto física e é precisamente aí que reside a dramaticidade do movimento.


Ernestine Stodelle

sábado, 3 de julho de 2010

Em Crise

Nosso último ensaio foi na quinta-feira no Parque da Juventude. Entrei em crise depois deste ensaio. Várias são as questões: O que de Ofélia tem essa instalação? Os corpos femininos foram engolidos pelo verde do espaço, claro que isso podemos trabalhar mas o que me pergunto é se estamos realmente falando de Ofélia ou apenas caminhando e gesticulando em grade. É nítida a melhora das meninas corporalmente e como elas dialogam melhor com o viewpoints tempo mas e Ofélia? Cadê? Já reli Hamlet duas vezes depois deste ensaio e a crise só aumenta... Não gostei das roupas pretas e ainda tenho dúvidas com relação ao figurino... O ensaio de domingo na Estação da luz poderá ser melhor... Água? Ofélia? Corpo? Cadê? Pós-dramático?
Crises de uma jovem diretora...

Ofélia? Ofeliaaaaaaa... OFÉLIA! Ofélia!? Ofélia é ela quem grita agora...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Submissa?

"Quem não sabe mandar deve aprender a ser mandado."
Shakespeare

Ofélia. Oféliaaa... OFÉLIA. O fé li a.. Ofélia.

ONTEM

Ontem pela primeira vez saímos da nossa sala de ensaio com a instalação. Como foi bom, estranho e curioso ao mesmo tempo. Foi completamente diferente do que imaginava. De repente, estavam ali, andando pelas NOSSAS grades os personagens tantas vezes comentados na salinha de Yoga do prédio da Van. Hamlet, Polônio, Rainha e Laertes, chamando pelos nossos nomes, mexendo em nossos cabelos, gritando, sussurrando e falando com a gente. ELES EXISTEMMMM!!
E agora? Foi a primeira coisa que pensei. Como reagir àquelas presenças? Aquelas ordens? Que vontade de não obedecer, de encarar,  rir,  chorar,  fugir, abraçar, tocar e  estar junto. Como encarar aqueles novos elementos?
Confesso que no começo fui um pouco resistente, senti como se tivessem invadido nosso espaço. Nosso "fantástico mundo de Ofélias" deixava de ser só nosso. Pessoas estavam ao nosso redor, o espaço era outro, minha visão periférica desaparecia e não conseguia compor. Ao longo do "exercício" percebi que NÃO NAO, DEFINITIVAMENTE NÃO era isso que interessava naquele momento. Não interessava a instalação "bonitinha", com cenas e movimentos "bonitinhos" que as pessoas que estavam assistindo achassem "legal". O que importava naquele momento era exatamente o contrário "A QUEBRA DA FORMA" e a vivencia do momento.
De alguma maneira as composições e formas já estão em mim. O que eu tinha que aproveitar eram os novos elementos que aqueles quatro atores incríveis tinham a me oferecer. Aí sim, permiti que a troca acontecesse! E daí por diante a tarde foi deliciosa!
Obrigada Diogo,  Nelsinho, Sandrinha e Rogério. Vocês são muito especiais.
Pena que só deu para deixar um gostinho de quero mais. Vamos marcar outro encontro? O que acham?

Ofélias e as sombras!

Voltei de viagem com mais vontade ainda, com muitas certezas... Nosso ensaio ontem foi tão interessante, as vozes deram um corpo e uma voz literalmente a obra. Submissão foi o que senti a maior parte do tempo. Também um lado da Ofélia que não conhecia a esperteza. Ela consegue o que quer, mesmo dentro de uma realidade opressiva. Quando não quer mais ela morre. Muito obrigada aos meninos que trouxeram com maestria os personagens e o corpo masculino, o lado do homem da sociedade, foi essencial a figura de vocês. A Sandra com sua incrível e linda voz e alma, nossa rainha, que trouxe doçura, o eterno feminino. AS MENINAS LINDAS OBRIGADA!

Agradecimentos

Muito obrigada a Rogério, Nelsinho, Sandra e Diogo que gentilmente nos presentearam com suas vozes e com seu tempo. A tarde foi agradabilíssima e muito produtiva... Esperamos vocês para uma vivência Viewpoints Tempo. Quando quiserem a casa é de vocês. Sintam-se sempre mais que a vontade em nosso projeto. Ofélias agradecem

a obra começa a ter voz!

Certa tensão com o horário... os figurinos vão ficar prontos? Os convidados estão a caminho? Será que eles se interessarão pelo trabalho? Esperamos que sim. O espaço é novo para a instalação, e que bom que a Dani está de volta. A Van (cllea) explica o trabalho aos nossos novos personagens, Nelsinho como Hamlet, Rogério como Laertes, Sandrinha como Rainha, só falta o Polônio. Eles estão apreensivos, talvez pensem, o que estamos fazendo aqui? Mas a Van, com o dom da palavra, fala tudo com tanto amor, tão segura quanto à pesquisa que não deixa dúvidas: vamos começar! Sigam as meninas em suas grades, experimentem essa sensação... e de repente, Ofélia! Ofélia!! Ofélia!!! E lá estavamos nós vivenciando algo completamente novo. Os olhares, as vozes, o toque, a respiração, a expressão... fortes, presentes, marcantes... que poder eles exercem sobre nós, sobre a Ofélia, sobre cada Ofélia. Únicas, porém em sintonia. Chega o Polônio, Diogo. Gravando. A obra começa a ter voz... que bom, demos mais um passo. Aos novos participantes: obrigada!

sábado, 19 de junho de 2010

o que comunica...

De onde surge o movimento? Eu posso escolher, determinar um ponto do meu corpo que comanda o movimento? Isolar uma parte desse corpo e deixá-la imóvel? Qual é o resultado dessa tentativa? Vejo que o corpo é uma coisa só e que isolando um braço, mexendo a cabeça, ou o dedão do pé, não importa, isso reverbera pelo corpo todo. Tanto o movimento, quanto a ausência dele nos dizem algo. Nesse último ensaio notei que tornar esse algo interessante é ouvir o que o corpo tem a dizer e acreditar no que ele quer comunicar. Melhor ainda é comunicar em conjunto, dois ou três corpos que se percebem, que se escutam, que se respeitam. As propostas foram deliciosas, foi muito bom contar uma com a outra e dividir essas sensações. De onde surgiram meus movimentos? Do que elas me ofereceram...

terça-feira, 8 de junho de 2010

A tensão tensiona? Sobre o ensaio de hoje

O teatro e o drama são tão estreitamente relacionados, tornando-se quase idênticos na consciência (inclusive de muitos teóricos do teatro), como um par que não se desgruda, por assim dizer, que toda transformação radical do teatro sofre a resistência obstinada da concepção do drama como latente noção normativa do teatro. Quando o modo de falar cotidiano identifica drama e teatro (ao sair do teatro o espectador afirma que gostou da "peça" quando na verdade se refere à montagem, e de todo modo não há distinção clara entre ambas), no fundo não está tão distante de grande parte da  crítica e da literatura especializada. Pois também nelas, pelo uso das palavras e por uma equivalência implícita ou mesmo manifesta do teatro com o drama montado, a pressuposição de uma tendência de identificação das duas instâncias - afinal de contas falsa - é consagrada e inadvertidamente convertida em uma norma. (Hans-Thies Lehmann O teatro pós-dramático)


quinta-feira, 3 de junho de 2010

Vontade de estar junto...


Frio... Tinge de cinza o dia, os dedos, os risos e até as árvores...
Mas mantém aquecidas as lembranças e o coração.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

  Pensar nos liames... nos liames de um movimento para o outro... de uma fala para o corpo... de um ensaio para o outro, de ontem para hoje, de hoje para amanhã... é sempre questão de tempo! O tempo de escutar, o tempo de refletir, o tempo de ousar, o de uniformizar. O processo leva tempo, o aprendizado leva tempo. O meu tempo é sempre mais lento... minha velocidade média é mais lenta, minha rápida é mais lenta em relação às meninas "ofélias". Será que na lenta temos algo em comum? Acho que me apego ao lento pela forma do movimento. Objetivo: quebrar as formas... rupturar! Acelerar???

terça-feira, 1 de junho de 2010

Momentos de escuta


É muito gratificante perceber que depois de quase 3 meses trabalhando na Instalação ela realmente começou a nascer... As nuances de tempo, as velocidades, repetições, gestos, ações que antes pareciam apenas linhas vazias lançadas no espaço agora fluem alem da forma... A escuta entre os corpos prevaleceu no ensaio de hoje... Friozinho gostoso, aquecimento dançado, circular, rápido, rapidíssimo... Vanessa arruma o cabelo, Daniela nos presenteia com seu sorriso e de repente assim sem perceber bem como, lá estavam elas: Agatha, Daniela, Elaine Vanessa caminhando em grade, sorrindo, correndo, dançando...
Que venham mais descobertas... 

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Impressões

Primeiro o desafio de investigar a obra de Shakespeare, que a cada leitura traz uma nova descoberta.
Depois a proposta de encontrar "Ofélia" em cada uma de nós.
Por fim, desvendar o próprio corpo através de seus limites e possibilidades, buscando ações e sentimentos que possam contar e sustentar uma história.
É uma pesquisa muito nova para todas nós, diferente de tudo o que já fizemos, o que além de causar medo, nos instiga a ir cada vez mais fundo.
Desafio de hoje: ouvir, perceber-se no espaço, perceber o espaço, fragmentar as ações sem perder o "estado" que elas geram. Algumas fichas caíram.

Ensaio de Hoje!!

          Fico impressionada o quanto o corpo fala ou o quanto ele não fala. Como um mesmo gesto pode significar tudo e nada, dependendo de como ele está "recheado", presente ou vazio!!
       A complexidade de passar 2 horas vivendo uma personagem que fala , sem utilizar nenhuma palavra mas está ali, presente, em corpo e principalmente em alma! Uma personagem que não relaxa nunca, (Particularmente meu maior desafio!) está sempre tensa esperando alguém lhe dizer qual sua próxima ocupação!
        Outro desafio são os Liames ( Transição de um movimento a outro), como não quebrar a ação anterior após receber uma nova ordem? Parece fácil né!! Mas não é nem um pouco!!!

domingo, 23 de maio de 2010

Ofélia uma donzela submissa? Uma filha dedicada? Uma mulher apaixonada? Uma  menina deslumbrada?  Todas elas?