Cartas a Ofélia

Cartas a Ofélia
Cartas a Ofélia

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Foi ele que disse!

Na linguagem de mercado, uma versão BETA, é aquela que ainda carece de ajustes e está em fase de teste... pois tiremos o BETA (B) da palavra em estudo e veremos que a perfeição é a mulher ser ELA!
E ela independe de formas, predisposições ou expectativas... justamente o mais inesperado e genuíno será capaz de revelar algo jamais visto antes... e isto é a maior visão de beleza que pode haver!Ser bela é a capacidade de uma mulher levar um sorriso pueril à face de um homem!

O que significa perder um homem?

O homem representa a batalha, o mundo é masculino apesar da grande influência da mulher sua mãe.
O homem tem a força, tem o poder e usa isso a seu favor.
Ele protege a mulher, a sustenta financeiramente e ela se torna vulnerável por isso. Se o homem não a protege o que será dela? O mundo é demasiado violento para a sensibilidade feminina, seu romantismo não se encaixa ao cotidiano masculino, sim para familia e seus filhos.
Perder um homem a torna desprotegida! Ela vai a luta mas nunca consegue deixar suas emoções sucumbidas, ela deixa vir...
Sua luta insessante é pelo amor, o amor que ela sente verdadeiramente, o amor da mãe e que faz com o homem que escolheu...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.

Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!

A beleza é tudo isto.

Paulo Coelho

domingo, 3 de abril de 2011

Qual o limite?

A distância entre a vida e a morte é frágil como um papel.
A distância entre nós e Ofélia é fina como uma folha, é pequena e grande, junta e separada, igual e oposta.
Ofélia mergulhou no mar e se dissolvel como papel na água, se despetalou como flores atropeladas e voou com o vento para um país muito distante. Lugar de onde ninguém nunca mais voltou, mas de onde de vez enquando enviam cartas; cartas de amor, cartas de consolo, cartas de ajuda. É assim que eles se comunicam com a gente, enviando cartas.
E através de cartas estamos conhecendo Ofélia, a Ofélia de cada uma de nós, a Ofélia que vive na corda bamba, a Ofélia que vive no limite da paixão, no limite da vida, no limite da morte. Mas afinal? Qual é o limite entre a vida e a morte?
Ofélia morreu de tanto amar! Ofélia se matou por amor! Ofélia morreu amando! Ofélia morreu de tanto amar! Qual o limite entre o amor e a morte? amor amorte amor mor amorte!

Ela morreu AMANDO!
Eu Queria que Você Estivesse Aqui!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Em Brasília

Sofá da casa da Vancllea em Brasília. Lina brincando, Elaine e Vancllea discutindo suas pesquisas. De repente, um surto de idéias e a necessidade de fazer algo acontecer!  Nasce então a idéia da intervenção urbana, envolvendo não só três Ofélias, mas várias
Entre os prédios antigos e modernos do centro de São Paulo em  meio a multidão de pessoas socialmente vestidas, cerca de 50 Ofélias se encontram para modificar algo no espaço, nas relações e no dia de quem por ali as encontrar.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Quando danças, queria que fosses como a onda do mar, para que nunca fizesse outra coisa.
Shakespeare